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Banco MAIS fortalecido com a entrada da BISON Capital na estrutura accionista

Última actualização: 2018-09-28

No primeiro semestre deste ano, o Banco MAIS viu a sua estrutura accionista reforçada com a entrada do Grupo Chinês BISON Capital, com representações oficiais em Beijing e Hong-Kong. A entrada da BISON concretizou-se através de um aumento de capital no valor de 600.000.000,00 MZN, o que elevou o capital social para 1.250.000.000,00 MZN.

No final de Junho/18 o rácio de solvabilidade global era de 52,98% e o rácio de liquidez era de 60,48%, níveis que estão muito acima da média do sistema financeiro.

No documento abaixo é detalhada a informação financeira mais relevante, referente ao primeiro semestre de 2018, assim como a evolução dos principais indicadores de negócio.

“Estamos vocacionados para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano”

Última actualização: 2019-03-07

Escolher Banco MAIS é “ser MAIS, é ser eficiente, confiante, descomplicado e rápido. Queremos que os clientes reconheçam estas características no Banco MAIS”, afirma Luís Veloso de Almeida, CEO do Banco MAIS.

 

 

O Banco MAIS é hoje um dos principais players no seu setor de atuação em Moçambique. Para contextualizar junto do nosso leitor, que análise podemos fazer da atividade e quais são as mais-valias da instituição em prol da satisfação do cliente?

O Banco MAIS foi registado há 20 anos com o nome de Cooperativo de Crédito Tchuma e tinha como atividade principal a prestação de serviços de microfinanças. Os seus acionistas fundadores, com a vontade de continuar presentes no sistema financeiro moçambicano como um Banco comercial, criaram condições para a entrada na estrutura acionista da Geocapital, uma entidade que fundou o Moza Banco em 2008 (hoje o 5º maior Banco em Moçambique) que, após a venda da sua participação nessa instituição em 2013,  liderou, em 2014, a transformação e mudança de nome do Banco Tchuma (denominação atualizada em 2008) para Banco MAIS, passando a atuar como Banco Comercial com a oferta completa de produtos e serviços. Desde essa altura que temos vindo a dotar o banco de todos os meios para melhor servir os clientes nas agências em Maputo, Boane, Xai-Xai, Chimoio e Tete. Entre 2014 e 2018 o banco cresceu 5 901% no número de clientes, 5 874% nos depósitos e 1 362% no crédito. Em 2019, devido à entrada do novo acionista em 2018, o BISON Group, o Banco estará também dotado para servir da melhor forma os clientes provenientes da China.

Quais têm sido os principais pilares do Banco MAIS que levaram a marca a alcançar um patamar de excelência e credibilidade perante o mercado?

Como referido no ponto anterior, o Banco e a marca ainda são novos no mercado. A equipa que trabalha no Banco está fortemente motivada e focada em fazer desta marca uma marca de sucesso e de excelência. O trabalho desenvolvido nos últimos quatro anos mostra que estamos no caminho certo da excelência e credibilidade no mercado como atesta o crescimento verificado na carteira de depósitos, onde, em quatro anos o Banco passou da 19º para a 10º posição no ranking dos Bancos em Moçambique. Os seus principais pilares são: o trabalho em equipa, a estratégia bem definida com abordagem que procura constantemente corresponder às expectativas dos clientes, a honestidade e a entrega ao cliente de um serviço de qualidade.

De que forma é que o Banco MAIS se tem vindo a posicionar como um banco inovador na capacidade de satisfazer as necessidades específicas dos clientes?

Num mercado competitivo como é o mercado financeiro em Moçambique, a inovação é fundamental para atrair e fidelizar clientes, assim como para criar fatores de diferenciação com os concorrentes. Por esse motivo, o Banco MAIS investiu fortemente em tecnologia nos últimos três anos como forma de melhorar o serviço ao cliente, com a diminuição dos tempos de respostas a clientes e criação de produtos novos. De referir que o Banco MAIS foi o primeiro Banco em África a utilizar um sistema de BPM em Cloud (IBM), o que permitiu reduzir o tempo entre o pedido do cliente, análise, aprovação e a concessão de um determinado produto de crédito para 48 horas. No final de 2018 também lançámos um produto inovador, para aplicação de fundos, no mercado moçambicano.

Assumem-se como um banco comercial vocacionado para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano. Assim, que mais-valias aportam aos vossos clientes empresariais e qual tem sido a capacidade de relacionamento com os mesmos?

É verdade, estamos vocacionados para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano. Como sabe Banco MAIS quer dizer Banco Moçambicano de Apoio aos InvestimentoS. O nosso primeiro ano completo, como Banco MAIS, foi em 2015 e como é sabido Moçambique atravessou uma forte crise que se iniciou no final de 2015 e só mostrou claros sinais de recuperação, apesar de lenta, em 2018. Esta crise levou a uma desvalorização acentuada do Metical, subida considerável das taxas de juro e da inflação, o que travou o crescimento económico. Com esta situação, decidimos ser conservadores e apoiar apenas um pequeno conjunto de empresas. No entanto, e com a melhoria das condições económicas, estabilização da taxa de câmbio, diminuição das taxas de juros e da inflação contamos, em 2019, retomar a nossa vocação, não só na Banca Comercial como também na Banca de Investimentos.

Como tem a instituição contribuído para o desenvolvimento do sistema bancário moçambicano? Que posição assume, atualmente, a marca no país?

O Banco MAIS nasce da aquisição, em 2014, de um pequeno Banco de microfinaças, tendo, desde logo, iniciado o processo de transformação para um Banco Comercial completo. Em 2018 o Banco já disponibilizava aos seus clientes uma oferta completa de produtos e serviços e em 2019 iremos disponibilizar cartões VISA e serviços de banca de investimento. Durante estes últimos quatro anos o banco passou da última posição, 19ª, no ranking dos bancos em Moçambique para a 10ª posição, em termos de depósitos. A marca ainda é nova e está em fase de construção e com ela a contribuição para o desenvolvimento do sistema bancário com a modernização nas nossas agências.

Quais são as grandes lacunas que ainda identifica no âmbito do sistema bancário moçambicano e de que forma é que o Banco MAIS tem vindo a alterar e a ultrapassar esses obstáculos?

Diria que as grandes lacunas são a falta de literacia financeira e bancarização da população moçambicana, o que, devido à dimensão do país e o desafio de desenvolvimento das infraestruturas básicas, tornam esta tarefa mais difícil. Os bancos, na sua generalidade, e o próprio Banco Central têm vindo a fazer um grande esforço no campo da literacia financeira com ações de divulgação e formação.

O Banco MAIS tem sido um player impulsionador e dinâmico no âmbito das relações e cooperação da CPLP? Como o perpetua?

O Banco MAIS está inserido numa estrutura acionista que o coloca logo como um elemento relevante na CPLP, uma vez que um dos seus principais acionista, a Geocapital, é também acionista do maior Banco em Cabo Verde e do maior Banco na Guiné-Bissau. Com estas participações pretende criar um maior intercâmbio e cooperação entre estes países. Através deste acionista, com sede em Macau, também temos uma ligação ao Fórum MACAU, com quem também mantemos uma boa relação.

Na sua opinião, o que é necessário para uma cooperação cada vez mais sólida entre os Estados-Membros da CPLP?

Os Estados membros da CPLP estão localizados nos quatro cantos do mundo, América do Sul, Europa, África e Ásia o que dá à CPLP uma vantagem única de poder atuar a nível global. Do meu ponto de vista, ainda há muito trabalho a ser feito para que os países membros possam, de facto, beneficiar da pertença a esta Comunidade, mas, e do meu ponto de vista, parece-me fundamental que se trabalhe no sentido de se chegar a um entendimento sobre a circulação de pessoas, bens e fluxos financeiros entre os países membros, que beneficiaria, em muito, todos os envolvidos.

Para 2019, o que podemos esperar por parte do Banco MAIS? Quais os grandes desafios da marca?

Em 2018 o Banco MAIS viu a sua estrutura acionista reforçada com a entrada de um novo acionista, o BISON Group, grupo Chinês com investimentos na China, Hong Kong, Portugal, Estados Unidos e Moçambique. Com a entrada deste acionista foi também reforçada a sua capacidade financeira com um aumento de capital de 600 milhões de meticais. Para 2019 está previsto um novo aumento de capital e começará a ser visível a nova estratégia, que está em fase de implementação, e que passa por criar uma relação forte com o mercado chinês, com a criação de produtos específicos e estabelecimento de parcerias com entidades financeiras chinesas, que visem uma maior aproximação entre Moçambique e a China. Para 2019 podemos esperar um Banco MAIS, mais forte, mais focado no desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano e mais envolvido no estabelecimento de parcerias e relações comerciais com entidades chinesas.

Escolher Banco MAIS é…?

Ser MAIS é ser eficiente, confiante, descomplicado e rápido e queremos que os clientes reconheçam estas características no Banco MAIS

Bison Bank liderou duas emissões obrigacionistas asiáticas no total de 1.300 milhões de dólares.

Última actualização: 2019-04-17

O ex-Banif Banco de Investimento anunciou em comunicado que realizou duas emissões obrigacionistas asiáticas no total de 1.300 milhões de dólares (1.148,4 milhões de euros).

 

O Bison Bank atua como Joint Lead Manager e Joint Bookrunner nas duas emissões obrigacionistas asiáticas.

Segundo o comunicado, “a 28 de Fevereiro, o Bison Bank, conjuntamente com Goldman Sachs, UBS, BOCI, Credit Suisse, CLSA e DBS, atuou como Joint Lead Manager e Joint Bookrunner na emissão de obrigações da Vanke Real Estate (Hong Kong) Company Limited, direcionada a investidores profissionais, no montante de 600 milhões de dólares (530 milhões de euros), com maturidade em 2024 (5,25 anos) e um cupão anual de 4,20%”.

 

Depois, a 13 de Março, “o Bison Bank atuou como Joint Lead Manager e Joint Bookrunner, na emissão obrigacionista de 700 milhões de dólares (618,3 milhões de euro) da Joy Treasure Asset Holdings Inc., subsidiária totalmente detida pela China Orient Asset Management (International) Holding Limited (COAMCI). Foram colocadas duas tranches de 400 milhões e 300 milhões de dólares, com maturidades de 5 e 10 anos e com cupões anuais de 3,875% e 4,5%, respetivamente”. Ambas as tranches são “incondicionalmente e irrevogavelmente” garantidas pela COAMCI. A colocação da emissão contou com um sindicato de Bancos onde fizerem parte, entre outras instituições, Bank of America Merrill Lynch, Goldman Sachs, HSBC e JP Morgan.

 

Desta forma, e em duas semanas consecutivas, o Bison Bank que tem como presidente a “Chairwoman”, Lijun (Lily) Yang e que integra na administração Pedro Ortigão Correia, realizou duas emissões obrigacionistas de empresas chinesas de referência no mercado financeiro europeu.

 

“As emissões não só aumentaram a reputação do banco no mercado de títulos de dívida como também expandiram a base de clientes europeus com interesse por ativos chineses. As operações criam assim uma base fundamentada e estruturada para futuras emissões primárias obrigacionistas”, referiu, Pedro Ortigão Correia, Administrador do Bison Bank com o pelouro de Banca de Investimento e Mercado de Capitais.

 

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/bison-bank-liderou-duas-emissoes-obrigacionistas-asiaticas-no-total-de-1-300-milhoes-de-dolares-425639

 

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Economia de Moçambique deverá crescer de 3,5% a 4% em 2018, FMI

Última actualização: 2018-08-06

A perspectiva de curto prazo da economia de Moçambique é de uma recuperação gradual na actividade económica e uma inflação controlada, prevendo-se um crescimento real do Produto Interno Bruto de 3,5% a 4% em 2018, que deverá crescer para 4,0% a 4,5% em 2019, informou o Fundo Monetário Internacional (FMI).

A recuperação mais forte do que o esperado do sector agrícola bem como da produção mineira permitiu que o Produto Interno Bruto de Moçambique tenha crescido 3,75% em 2017, um acréscimo de 75 pontos base relativamente à anterior previsão.

Uma equipa do corpo técnico do FMI, chefiada por Ricardo Velloso, visitou Moçambique de 25 de Julho a 3 de Agosto de 2018 para avaliar os desenvolvimentos macro-económicos recentes, actualizar o quadro macro-económico para 2018/19 e proporcionar contribuições para a elaboração do orçamento preliminar de 2019.

No final da visita, a missão emitiu um comunicado em que afirma esperar que esta recuperação seja apoiada por reduções adicionais nas taxas de juro face ao cenário favorável da inflação, que a inflação permaneça baixa em 6,5% em 2018, e que desça para 5,5% em 2019 e que as reservas internacionais manter-se-ão em níveis confortáveis em 2018 e 2019.

Relativamente ao Orçamento de Estado para 2019 a missão do FMI recomendou a apresentação de uma proposta orçamental sustentada por pressupostos macro-económicos realistas, bem como por previsões da receita e despesa prudentes.

Fonte: Macahub

Empresa de Moçambique descobre ouro no norte do país

Última actualização: 2018-08-06

A empresa moçambicana Mwiriti, que tem uma participação na Montepuez Ruby Mining, informou ter descoberto ouro em prospecções efectuadas no posto administrativo de Nairoto, distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, segundo a imprensa moçambicana.

O relatório e contas da Mwiriti, citado pelo canal televisivo STV (Soico Televisão), informa pretender a empresa angariar mais de 100 mil dólares para construir a unidade de lavagem do cascalho, embora não sejam ainda conhecida a dimensão dos depósitos existentes na zona.

A Mwiriti detém uma participação de 25% na Montepuez Ruby Mining, que detém uma concessão em Cabo Delgado para a exploração de rubis, em que a empresa britânica Gemfields funciona como operadora.

A Gemfields, que desde Julho de 2017 pertence ao grupo Pallinghurst, procedeu até à data a dez leilões de pedras extraídas na concessão, que proporcionaram uma receita acumulada de 407 milhões de dólares. 

Fonte: Macahub

Kibo Mining angaria 500 mil libras para projectos em Moçambique e no Botsuana

Última actualização: 2018-08-06

A Kibo Mining vai encaixar meio milhão de libras esterlinas com a emissão de 9,5 milhões de novas acções ao preço unitário de 5,25p e colocação junto de um fundo de investimento com sede na Irlanda, informou a empresa mineira em comunicado divulgado segunda-feira.

Os fundos a encaixar com esta emissão de acções serão utilizados para acelerar os estudos de viabilidade económica que estão a ser conduzidos relativamente aos projectos de produção de energia eléctrica “Mabesekwa Independent Coal to Power”, no Botsuana e “Benga Independent Power”, em Moçambique.

Os accionistas da Kibo Mining aprovaram também a alteração do nome oficial da empresa de Kibo Mining para Kibo Energy, “designação que reflecte melhor o facto de a empresa ter deixado de se concentrar na exploração de recursos naturais para se assumir como uma empresa energética.”

A Kibo Energy, empresa cotada nas bolsas de Londres e de Joanesburgo, anunciou em Junho passado ter concluído os preparativos para a constituição de uma parceria com a empresa Termoeléctrica de Benga para o desenvolvimento de um projecto independente de produção de energia eléctrica na província de Tete, centro de Moçambique.

Fonte: Macauhub

Ponte sobre a baía de Maputo poderá chamar-se “Maputo – Ka Tembe”

Última actualização: 2018-07-25

A Assembleia Municipal de Maputo (AMM) pretende que a ponte ligando as duas margens da baía receba a designação “Maputo – Ka Tembe”, tendo a proposta sido apresentada na reunião realizada quarta-feira pelos membros do Concelho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM), segundo o jornal moçambicano A Verdade.

“Na sequência de diversas consultas públicas, de entre os vários nomes propostos prevaleceu o nome Maputo – Ka Tembe”, disse o vereador para a Área de Planeamento Urbano e Ambiente, Luís Nhaca.

Após aprovação pela Assembleia Municipal, o novo topónimo terá de ser submetido à apreciação do Conselho de Ministros.

A construção da ponte Maputo – Catembe, com um custo inicialmente estimado em 315 milhões de dólares, superou já 756 milhões de dólares, montante concedido sob a forma de empréstimos pelo Banco de Exportações e Importações da China até ao final de 2017.

A ponte, que será a mais longa do género em África, já teve inauguração prometida para finais de 2017 pelo Presidente Filipe Nyusi, posteriormente para 25 de Junho pelo director da empresa Maputo Sul, mais tarde para finais de Junho pelo presidente da edilidade de Maputo, sendo agora apontada a data de 31 de Julho próximo.

A construção da ponte foi adjudicada ao grupo China Road and Bridge Corporation, igualmente empreiteiro da Estrada Circular de Maputo, tendo-se as obras iniciado em Setembro de 2012. 

Fonte: Macahub

Construção da plataforma flutuante para extrair gás natural em Moçambique inicia-se em Setembro

Última actualização: 2018-07-25

A construção da plataforma flutuante que vai servir de base para a extracção e liquefacção de gás natural no bloco Área 4 da bacia do Rovuma, norte de Moçambique, terá início em Setembro, segundo o portal especializado Upstream Online.

O portal cita uma fonte da construtora naval sul-coreana Samsung Heavy Industries (SHI) para afirmar ter sido decidido que o corte das placas de aço para a construção do casco terá início em Setembro.

A plataforma, cuja construção foi adjudicada em Maio de 2017 a um consórcio formado pela Samsung Heavy Industries, Technip de França e JGC do Japão, terá 439 metros de comprimento, 65 metros de largura, um calado de 38,5 metros e um peso de 210 mil toneladas.

Descoberto pela ENI em 2012, o campo Coral contém cerca de 450 mil milhões de metros cúbicos (16 biliões de pés cúbicos) de gás natural, devendo no decurso da primeira fase, com início previsto para 2021, serem extraído e processados cinco biliões de pés cúbicos.

O bloco Área 4 tem como participantes a Mozambique Rovuma Ventures, uma parceria detida pelos grupos ExxonMobil, ENI e China National Petroleum Corporation, que em conjunto controlam 70%, estando os restantes 30% divididos em partes iguais entre o grupo português Galp Energia, sul-coreano Kogas e a estatal moçambicana Empresa Nacional de Hidrocarbonetos.

Fonte: Macahub

Estrada Nacional 1, em Moçambique, alvo de obras de reparação

Última actualização: 2018-07-25

Os vencedores de dois concursos públicos lançados pelo governo de Moçambique para efectuar obras de reparação da estrada EN1, que liga o Sul ao Norte do país, serão anunciados em breve, disse o ministro das Obras Públicas, João Machatine, em declarações à agência noticiosa AIM.

O ministro disse ainda que o prazo limite para a apresentação de propostas para a realização das obras no troço de 123 quilómetros de extensão entre Pambara, na província de Inhambane e o rio Save foi sexta-feira, enquanto para o troço do rio Save até Caia, na província de Sofala, com 573 quilómetros, termina a 27 de Julho.

Machatine disse também que os dois troços em questão encontram-se “muito degradados”, o que faz com que a condução seja difícil e que resultem danos tanto nos veículos como na carga.

O ministro das Obras Públicas disse à AIM que em cima da mesa estão planos para concessionar secções da EN1 a operadores privados, que ficariam com a responsabilidade de manter as estradas em condições e financiar-se com a instalação de portagens.

Fonte: Macahub

Xtract Resources anuncia aumento na extracção de ouro em Moçambique

Última actualização: 2018-07-25

A Sino Minerals Investment Company, empresa contratada pela Explorator, Lda, subsidiária do grupo britânico Xtract Resources, para explorar a metade oriental da concessão de Manica, centro de Moçambique, extraiu 1703 onças de ouro no segundo trimestre, um aumento de 42% relativamente às 1200 onças contabilizadas no primeiro trimestre, informou o grupo britânico.

O presidente executivo da Xtract Resources, Colin Bird, afirma no comunicado divulgado que estes números representam uma tendência de aumento na produção por trimestre, período de três meses que foi afectado pela época das chuvas no país.

Colin Bird adiantou que se o primeiro trimestre foi afectado pela época das chuvas, já ultrapassada, o segundo trimestre foi afectado por condições difíceis de processamento do cascalho, devido à ocorrência de ouro em pedaços muito pequenos e de uma forma muito dispersa.

A Explorator, Lda recebe nos termos do contrato assinado com a Sino Minerals 25% de todo o ouro extraído, pelo que teve direito a 426 onças, de que apenas foram vendidas 283 onças, que proporcionaram uma receita de 291 mil dólares. 

Fonte: Macauhub

Grupo Navigator reformula projecto de investimento florestal em Moçambique

Última actualização: 2018-07-12

O grupo português The Navigator Company vai reformular o projecto de investimento em Moçambique, que passará a ser desenvolvido em duas fases, ao abrigo de um memorando de entendimento assinado segunda-feira com o governo moçambicano, informou o grupo em comunicado ao mercado.

Numa primeira fase, pode ler-se no comunicado distribuído pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, será criada uma base florestal de cerca de 40 mil hectares, que garantirá o abastecimento de uma unidade – a construir – de produção de estilhas de madeira de eucalipto para exportação de cerca de um milhão de toneladas por ano.

O grupo acrescenta que os resultados a alcançar nesta primeira fase, assim como a reavaliação das circunstâncias de mercado, “serão essenciais para a Portucel Moçambique validar as condições necessárias para prosseguir com o plano florestal de larga escala associado ao projecto industrial da segunda fase, que inclui a plantação de mais 120 mil hectares de floresta e a construção de uma fábrica de pasta com uma capacidade de produção de cerca de 1,5 milhões de toneladas anuais.”

O grupo diz ainda que nesta primeira fase estima que o investimento total da Portucel Moçambique totalize cerca de 260 milhões de dólares, sendo que quase metade (120 milhões de dólares) foram já realizados até agora.

Aqui inclui-se a plantação e o apoio ao fomento florestal de cerca de 40 mil hectares, a construção da fábrica de estilha e 10 milhões de dólares no programa de desenvolvimento social ou ainda na construção e beneficiação de infra-estruturas rurais.

A Navigator constituiu em 2009 a Portucel Moçambique, uma empresa de direito moçambicano, cujo investimento num projecto integrado foi estimado em 2,3 mil milhões de dólares, tendo a Corporação Financeira Internacional, do grupo Banco Mundial, adquirido 20% do projecto em Dezembro de 2014.

Fonte: Macauhub

Governo de Moçambique melhora sinalização do porto de Maputo

Última actualização: 2018-07-25

O Instituto Nacional de Hidrografia e Navegação de Moçambique, instituição responsável por garantir segurança à navegação ao longo dos canais de acesso aos portos nacionais, vai despender 3,5 milhões de dólares numa “intervenção substancial” a nível da sinalização no porto de Maputo, escreveu o matutino Notícias.

A intervenção visa conferir maior dinamismo ao porto de Maputo que, nos últimos tempos, tem registado um aumento de tráfego, mercê dos vários investimentos realizados com o objectivo de melhorar o seu desempenho, nomeadamente com o aprofundamento do canal de acesso.

A acção vai abranger todo o canal de acesso ao porto, compreendendo os canais norte, nomeadamente Xefina, Polana, Catembe e o canal da Matola, e pretende tornar célere e seguro o acesso ao porto, melhorando os seus níveis de competitividade na região.

O montante em causa foi investido na aquisição de 41 bóias (balizas flutuantes), dispondo de um sistema de acompanhamento, equipamentos que apresentam facilidades tecnológicas de detecção e solução rápida de avarias e que permitem a comunicação com navios modernos.

No passado dia 5 de Junho um navio com mais de 100 mil toneladas de carga zarpou do porto de Maputo com destino à China, marcando uma nova era na prestação da infra-estrutura, após o trabalho de dragagem realizado em 2017, que criou as condições para receber e carregar regularmente navios de grande calado.

Fonte: Macahub

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