Notícias económicas

Grupo japonês Mitsui & Co investiu em Moçambique mais de mil milhões de dólares desde 1997

Última actualização: 2018-01-22

O grupo japonês Mitsui & Co investiu em Moçambique mais de mil milhões de dólares desde que iniciou a actividade neste país africano em 1997, disse o director da Mitsui E&P Mozambique Area 1 Limited, Motoyasu Nozaki, de acordo com a imprensa moçambicana.

Motoyasu Nozaki disse no final de um encontro com a presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, que a maior parte daquele montante foi aplicado na bacia carbonífera de Moatize, província de Tete e no Corredor Logístico de Nacala.

O grupo japonês acordou em Março de 2017, após cerca de três anos de negociações, comprar 15% da participação de 95% detida pelo grupo brasileiro Vale na mina de carvão de Moatize (os 5% restantes são propriedade do Estado moçambicano) e metade da participação de 50% do grupo Vale no Corredor Logístico de Nacala, que compreende uma linha de caminho-de-ferro entre Moatize e o porto de Nacala e respectivas instalações portuárias.

O grupo Mitsui & Co faz ainda parte do consórcio de empresas que têm a concessão do bloco Área 1 da bacia do Rovuma, norte de Moçambique, operado pelo grupo norte-americano Anadarko Petroleum e onde foram descobertos grandes depósitos de gás natural.

O encontro entre Motoyasu Nozaki e Verónica Macamo teve por objectivo a preparação de uma visita ao Japão durante Fevereiro próximo de uma delegação moçambicana liderada pela presidente do parlamento.

Na visita organizada pelo grupo Mitsui & Co, a delegação de Moçambique deverá manter reuniões com 30 empresas nipónicas.

Fonte: Macauhub

Kenmare Resources aumenta produção e exportação de minérios extraídos em Moçambique

Última actualização: 2018-01-22

A empresa mineira irlandesa Kenmare Resources extraiu quantidades recorde de minerais na mina de areias pesadas de Moma, província de Nampula, norte de Moçambique, informou a empresa em comunicado em que divulga os dados operacionais e financeiros relativos ao quarto trimestre e ao ano de 2017.

O documento informa que a produção de ilmenite aumentou 11% para 998,2 mil toneladas, a de zircão 9% para 74 mil toneladas e que o concentrado de minerais pesados caiu 6% para 1,323 milhões de toneladas, tendo a exportação aumentado 2% para 1,04 milhões de toneladas.

A empresa adiantou terem os preços de todos os minerais que comercializa aumentado em 2017 e que há uma previsão favorável no que respeita à procura por ilmenite e zircão ao longo de 2018.

A Kenmare Resources estar a trabalhar para aumentar a capacidade mineira, devido à redução da qualidade do produto extraído na região de Namalope, dispondo para este ano de um plano de investimentos com um envelope financeiro de 19 milhões de dólares.

Fonte: Macauhub

Investimentos na indústria açucareira em Moçambique aumentam a produção para 450 mil toneladas/ano

Última actualização: 2018-01-16

Os investimentos feitos nos últimos cinco anos na recuperação da indústria açucareira moçambicana, avaliados em cerca de 800 milhões de dólares, fizeram aumentar a produção de 90 mil para 450 mil toneladas/ano, disse o director executivo da Associação dos Produtores de Açúcar de Moçambique (Apamo).

João Jeque disse ainda tratar-se da evolução resultante do investimento feito nas quatro açucareiras existentes em Moçambique, nomeadamente Marromeu e Mafambisse, na província central de Sofala, e Maragra e Xinavane, na província de Maputo.

O presidente da Apamo adiantou que, além do aumento das exportações, o sector tem também um impacto social muito grande, porque, afirmou, emprega mais de 200 mil trabalhadores, e pela primeira vez, iniciou em 2017 a produção de açúcar reforçado com vitamina A.

O sector açucareiro foi um dos mais afectados pela guerra civil 1977/1992 em Moçambique e, neste momento, apresenta-se como dos mais importantes da economia, exportando uma média anual de cerca de 240 mil toneladas.

Fonte: Macauhub

Empresas da China investem na agricultura em Moçambique

Última actualização: 2018-01-16

Uma parceria constituída entre as empresas chinesas Power China International Group Ltd e Xinjiang Production and Construction Corp pretende aproveitar na presente temporada agrícola três mil hectares do regadio do Chókwè, no sul de Moçambique, informou recentemente o matutino Notícias, de Maputo.

O presidente do Conselho de Administração da Hidráulica do Chókwè disse ao jornal que os investidores chineses querem também modernizar o sistema de rega, numa área de 1500 hectares, visando particularmente as culturas de milho e feijões.

Soares Xerinda acrescentou que o projecto foi já submetido ao Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar em Maio do ano passado, estando agora à espera de aprovação.

O presidente da empresa pública constituída pelo decreto 3/97 de 4 de Março adiantou estar a administração a trabalhar no sentido de atrair investidores privados nacionais e estrangeiros para que contribuam “para a transferência de tecnologias de produção, nivelamento de terras, instalação de parques de máquinas, entre outras iniciativas de vulto.”

Xerinda acrescentou que a Green 2000, uma empresa de capitais mistos, vai proceder ao nivelamento de terras e participar na produção de sementes e na piscicultura e que a Agrotech vai apostar na assistência técnica, financiamento aos agricultores, bem como na produção de milho para rações.

Os produtores do regadio do Chókwè alcançaram em 2017 uma produção de mais de 100 mil toneladas de culturas diversas, numa altura em que a temporada anterior foi caracterizada por uma seca severa, agravada pela escassez de água para a irrigação.

Fonte: Macauhub

Montepuez Ruby Mining investe no aumento da extracção de rubis em Moçambique

Última actualização: 2017-12-27

A Montepuez Ruby Mining vai investir até 2019 mais de 14 milhões de dólares na expansão das operações de extracção de rubis na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, disse recentemente o director da empresa, por ocasião de uma visita do comandante-geral da Polícia da República de Moçambique para se inteirar das condições de segurança.

Isaac Muchenje disse ainda que com aquele investimento a empresa pretende duplicar para 20 milhões de quilates por ano a extracção de rubis, que tem lugar em 11 minas que exploram 300 categorias diferentes de rubis.

A Montepuez Ruby Mining realizou até à data nove leilões para venda dos rubis em bruto extraídos em Moçambique que renderam 338 milhões de dólares, dos quais 71 milhões de dólares foram entregues ao Estado moçambicano sob a forma de impostos.

A empresa tem uma licença de exploração válida por 25 anos, tendo registado este ano uma facturação de 109 milhões de dólares com a venda em leilão dos rubis extraídos.

Uma parceria controlada em 75% pela empresa britânica Gemfields e nos restantes 25% pela moçambicana Mwiriti, a empresa iniciou a actividade mineira em 2012 e foi distinguida como o maior contribuinte de Moçambique durante dois anos consecutivos, de acordo com o matutino Notícias, de Maputo.

Fonte: Macauhub

Empresa alemã Oiltanking expande negócios em Moçambique

Última actualização: 2017-12-27

A Oiltanking passou a dispor de um novo terminal de armazenamento na Matola, Moçambique, e expandiu os investimentos nos portos da Matola e da Beira através do aumento de 60% para 80% da participação directa na Oiltanking Mozambique, informou a empresa com sede em Hamburgo, subsidiária do grupo Marquard & Bahls AG.

A empresa, fundada em 1972, informou ainda em comunicado ter o terminal da Matola recebido o primeiro navio a 26 de Novembro, sendo que a presente capacidade de armazenamento de 58 600 metros cúbicos pode vir a ser alargada, atendendo a que existe terreno para garantir a sua expansão.

O terminal tem um molhe com capacidade para receber navios com um calado máximo de 11,5 metros e dispõe ainda de instalações para carregamento de composições ferroviárias e de camiões, a fim de servir a região sul de Moçambique, os países vizinhos Suazilândia, Zimbabué e Botsuana e as províncias norte da África do Sul.

“Moçambique é uma das principais plataformas de trânsito de produtos petrolíferos da costa oriental de África”, disse Lo Vanhaelen, director-geral da Oiltanking Matola.

No terreno disponível para expansão futura na Matola, a Oiltanking pretende construir um terminal para armazenar gás de petróleo liquefeito até 33 mil metros cúbicos, onde adicionará mais 70 mil metros cúbicos de armazenamento líquido.

A empresa está também a estudar a construção de mais um terminal no porto da Beira, a fim de facilitar a importação de produtos petrolíferos para abastecer tanto a região central de Moçambique como o Zimbabué, Malaui, Zâmbia e República Democrática do Congo.

A Oiltanking possui e opera 80 terminais de 24 países com uma capacidade de armazenamento combinada de 21 milhões de metros cúbicos.

Fonte: Macauhub

Linha ferroviária entre Tete e Zambézia, Moçambique, vai ter 620 km de extensão

Última actualização: 2017-12-04

A linha de caminho-de-ferro que vai ligar as províncias de Tete e da Zambézia vai ter mais 120 quilómetros, ao abrigo de uma adenda ao contracto inicial assinada sexta-feira entre o governo de Moçambique e a Thai Mozambique Logistic.

O traçado inicial da infra-estrutura ferroviária cobria uma distância de 500 quilómetros entre Moatize e Macuse, mas, para acomodar o interesse das empresas mineiras que operam no interior da província de Tete, foi acordada que a mesma deve ter uma extensão de mais 120 quilómetros, cobrindo Chitima e Macuse.

A adenda do acordo para a construção da linha férrea de 620 quilómetros entre Chitima e Macuse foi rubricado pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, e pelo presidente executivo da Thai Mozambique Logistic, José Pires da Fonseca, na presença de membros do governo provincial da Zambézia e empresários.

Carlos Mesquita disse que as obras de construção da linha férrea iniciam-se no segundo semestre de 2019, viabilizando a construção do porto de águas profundas, um projecto âncora que vai ajudar a economia da província da Zambézia a desenvolver-se e relançar o Corredor de Desenvolvimento da Zambézia, ligando esta província aos países do interior.

A construção da linha férrea Chitima-Macuse e do porto de águas profundas tem um custo estimado em 2700 milhões de dólares.

Esta linha de caminho-de-ferro vai ser construída pelo consórcio constituído pelo grupo português de construção civil Mota-Engil e pela empresa China National Complete Engineering Corporation, de acordo com um comunicado ao mercado divulgado em Junho passado pelo grupo português.

A China National Complete Engineering Corporation é uma subsidiária do grupo China Machinery Engineering Corporation, cotado na Bolsa de Valores de Hong Kong, sendo este projecto a empreitada de maior valor da história do grupo português e o primeiro consórcio (50/50) entre empresas portuguesas e chinesas.

Fonte: Macahub

Syrah Resources inicia produção de grafite em Balama, Moçambique

Última actualização: 2017-12-04

A empresa australiana Syrah Resources iniciou a produção da primeira grafite em floco, embalada, para venda, a partir da mina de Balama, em Cabo Delgado, um dos maiores depósitos de grafite do mundo, em comunicado divulgado sexta-feira.

A Syrah Resources espera agora “abastecer de forma fiável e consistente o mercado mundial de grafite”, nomeadamente fabricantes de componentes de baterias, tais como as usadas nos veículos eléctricos.

Os sacos de grafite em floco devem começar a ser exportados nas próximas semanas através do porto de Nacala, o principal ponto de saída do carvão mineral extraído em Moatize, província de Tete, antecipando a empresa australiana uma produção de 160 mil a 180 mil toneladas em 2018.

A Syrah Resources assinou em Setembro passado um contracto com a Jixi BTR Graphite Industrial, subsidiária do grupo chinês com sede em Shenzhen BTR New Energy Materials, para o fornecimento de 30 mil toneladas de grafite no primeiro ano de produção.

O grupo BTR New Energy Materials fabrica e comercializa ânodos em grafite para baterias de iões de lítio, entre muitos outros produtos electrónicos, de energia solar e materiais compostos.

Em finais de Agosto passado, o governo de Moçambique aprovou os termos do contracto mineiro para a exploração de depósitos de grafite pela Twigg Exploration & Mining Limitada, subsidiária do grupo australiano Syrah Resources.

O contracto com a Twigg Exploration & Mining Limitada tem um prazo de 25 anos e exige um investimento mínimo de 87,99 milhões de dólares.

Fonte: Macahub

Governo de Moçambique introduz título de direito de pesca

Última actualização: 2017-11-27

O regulamento da Lei de Pescas, terça-feira aprovado pelo Conselho de Ministros, introduz pela primeira vez o direito de pesca, anunciou terça-feira em Maputo o ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas de Moçambique, Agostinho Mondlane.

O ministro precisou que o direito de pesca é representado por um título, que pode ser apresentado pelo seu detentor como garantia para poder obter apoios financeiros para desenvolver a sua actividade, de acordo com a agência noticiosa AIM.

Agostinho Mondlane adiantou que a disposição legal agora introduzida na Lei de Pescas dá segurança ao operador pesqueiro, que terá o direito de pescar durante o período de validade do mencionado título.

“Esta decisão traz estabilidade aos empresários da indústria pesqueira, dado saberem com exactidão o período de vigência do direito de pesca, que vai de um mínimo de três a um máximo de 20 anos””, esclareceu.

O ministro Agostinho Mondlane disse ainda que os títulos de direito de pesca podem ser renovados, findo o prazo inicial.

O regulamento da Lei de Pescas estabelece ainda procedimentos e os requisitos necessários para o operador exercer a actividade de pesca em Moçambique, sendo um dos requisitos básicos a obtenção do título de direito de pesca.

As taxas para a pesca industrial variam de 0,5% a 2,5% do valor comercial das capturas médias anuais para cada tipo de exploração e deverá crescer gradualmente até atingir 5% em 2021, sendo que no caso dos operadores artesanais foi definida uma taxa anual de mil meticais (cerca de 16 dólares).

A receita resultante da cobrança das taxas será para financiar a fiscalização da pesca ou trabalhos de preservação ambiental no meio aquático e também o refinanciamento da actividade de pesca, incluindo na aquacultura, afirmou o ministro.

Fonte: Macauhub

Produção de carvão da Vale em Moçambique atinge 3,2 milhões de toneladas no terceiro trimestre

Última actualização: 2017-10-31

A mineradora brasileira Vale anunciou que a produção de carvão em Moçambique, na mina de Moatize, na província de Tete, atingiu o recorde trimestral de 3,2 milhões de toneladas no terceiro trimestre do ano, ficando 5,8 por cento acima do trimestre anterior.

Um relatório divulgado pela mineradora informa que em relação ao mesmo período de 2016, a produção de carvão em Moçambique cresceu 38,3 por cento.

O relatório mostra que a produção de carvão metalúrgico de Moçambique no terceiro trimestre foi de 1,9 milhões de toneladas, ficando 9,6 por cento abaixo do segundo trimestre do ano.

No mesmo período a produção de carvão térmico foi de 1,4 milhões de toneladas, ficando 37,7 por cento acima do trimestre anterior.

A mineradora brasileira também destacou que suas operações de logística em Moçambique atingiram um recorde de volume transportado, alcançando 3,5 milhões de toneladas no terceiro trimestre, resultado 15 por cento acima dos três meses anteriores.

A produção de minério de ferro da Vale atingiu o recorde de 95,1 milhões de toneladas no terceiro trimestre do ano, ficando 3,3 milhões de toneladas acima do trimestre anterior.

Fonte: Macauhub

China financia construção do aeroporto de Xai-Xai em Moçambique

Última actualização: 2017-10-31

A China vai doar a Moçambique cerca de 15 milhões de dólares destinados À construção do aeroporto de Xai-Xai, capital da província de Gaza, no sul do país, localizado a pouco mais de 200 quilómetros da capital moçambicana.

Os documentos foram rubricados, em Maputo, pela vice-ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Nyeleti Mondlane, e o embaixador da China em Moçambique, Su Jian.

Nyeleti Mondlane disse na altura que o aeroporto vai se juntar às outras infra-estruturas do sector aeroportuário já existentes em quase todas províncias do país, cujo papel tem sido preponderante para o sector turístico e desenvolvimento de Moçambique.

“Pela sua proximidade à cidade de Maputo, o futuro aeroporto de Xai-Xai vai, a médio e longo prazos, desempenhar igualmente um papel muito importante como um aeroporto alternativo em situações de emergência, bem como facilitar a assistência das populações quando ocorrem calamidades naturais”, afirmou a vice-ministra.

Ainda segundo Mondlane o aeroporto de Xai-Xai vai colocar a província de Gaza no circuito regional e internacional.

Vai ainda contribuir para o desenvolvimento do sector do turismo a nível da região sul, atracção de outras actividades tendo em conta as potencialidades que a província detém nas áreas de mineração, agricultura e agro-processamento, entre outras.

Por seu turno, o embaixador disse que a China vai continuar a apoiar a construção de infraestruturas em Moçambique para reduzir a diferença no desenvolvimento entre o norte e o sul do país.

Macauhub

Fundo de Energia de Moçambique apresenta projectos de energias renováveis

Última actualização: 2017-09-26

O Fundo de Energia (Funae) de Moçambique apresenta hoje a carteira de projectos de energias renováveis no montante estimado em 500 milhões de dólares a fim de contribuir para que até 2030 a população moçambicana tenha pleno acesso a energia eléctrica, de acordo com um comunicado divulgado segunda-feira em Maputo.

O comunicado citado pela agência noticiosa AIM informa que a carteira de projectos prevê a electrificação através da utilização de fontes solares e hídricas, abrangendo as províncias de Maputo, Gaza e Inhambane (sul), Sofala, Manica, Tete e Zambézia (centro) e Nampula, Niassa e Cabo Delgado (norte do país).

A carteira de projectos identifica os locais potenciais para a execução dos projectos com base no recurso solar, recurso hídrico e ou combinados (híbrido), tendo em conta a disponibilidade de recursos energéticos em cada local”, aponta o comunicado, sublinhando que se pretende, com a iniciativa, garantir que num horizonte de 15 anos a população moçambicana tenha acesso à energia eléctrica, em modelos de sistemas fora da Rede Nacional, nomeadamente micro, mini-redes e pequenos sistemas autónomos.

Em Maio passado, o Funae e o grupo português Galp Energia assinaram um protocolo de parceria que tem como objectivo a execução de um projecto que consiste na instalação de sistemas fotovoltaicos em escolas, centros de saúde e nas comunidades das províncias de Maputo, Sofala, Manica e Cabo Delgado.

A iniciativa tem um orçamento estimado em 40 milhões de meticais, prevendo-se que as actividades decorram num período de dois anos.

Durante o período de 2005-2014 mais de 3,7 milhões de moçambicanos a residir em zonas rurais foram beneficiados, tendo sido electrificadas, com base em sistemas de energia solar, 201 vilas, 669 escolas, 623 centros de saúde e 77 edifícios públicos.

Fonte: Macauhub

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