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EMPRESAS

O Banco MAIS é o Seu Parceiro de Negócios incontornável nas suas decisões de investimento. Tem soluções para a sua empresa crescer. Adira e beneficie de um atendimento personalizado que inclui a assessoria financeira para os seus projectos.

PARTICULARES

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NEGÓCIO INTERNACIONAL

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Comunicados Banco Mais

Reabertura ao público da Unidade de Negócios da 24 de Julho

Última actualização: 2019-10-07

Temos a hora de informar que a partir de hoje, após obras de remodelação, a unidade de negócios da 24 de Julho reabre ao público com uma nova imagem e condições para o atendimento de clientes de todos segmentos de negócios.

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Banco MAIS ganha prémio "BEST KYC PROGRAM IN AFRICA 2019"

Última actualização: 2019-09-05

No passado dia 30 de Agosto, o Banco MAIS foi galardoado com o prémio Best KYC Program in Africa de 2019.

O prémio foi anunciado na Conferência promovida pela Associação de Profissionais de Compliance de África (ACCPA) que decorreu na África do Sul e contou com a participação do Dr. Valentyn Chernysh (CFO) e do Dr. Iuri Khan (Director do Departamento Compliance).

A conferência teve como propósito discutir, partilhar conhecimentos e experiências entre os profissionais do Compliance de países e bancos do continente Africano.

Refira-se que o KYC - Know Your Costumer - é um elemento essencial no combate à criminalidade financeira e lavagem do dinheiro, a sua implementação permite a identificação e caracterização de clientes ainda na primeira etapa da relação comercial, prevenindo eventuais efeitos negativos no âmbito AML/CFT.

Parabéns Banco MAIS!

#BMAISComplianceTeam

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Notícias económicas

Bison Bank liderou duas emissões obrigacionistas asiáticas no total de 1.300 milhões de dólares.

Última actualização: 2019-04-17

O ex-Banif Banco de Investimento anunciou em comunicado que realizou duas emissões obrigacionistas asiáticas no total de 1.300 milhões de dólares (1.148,4 milhões de euros).

 

O Bison Bank atua como Joint Lead Manager e Joint Bookrunner nas duas emissões obrigacionistas asiáticas.

Segundo o comunicado, “a 28 de Fevereiro, o Bison Bank, conjuntamente com Goldman Sachs, UBS, BOCI, Credit Suisse, CLSA e DBS, atuou como Joint Lead Manager e Joint Bookrunner na emissão de obrigações da Vanke Real Estate (Hong Kong) Company Limited, direcionada a investidores profissionais, no montante de 600 milhões de dólares (530 milhões de euros), com maturidade em 2024 (5,25 anos) e um cupão anual de 4,20%”.

 

Depois, a 13 de Março, “o Bison Bank atuou como Joint Lead Manager e Joint Bookrunner, na emissão obrigacionista de 700 milhões de dólares (618,3 milhões de euro) da Joy Treasure Asset Holdings Inc., subsidiária totalmente detida pela China Orient Asset Management (International) Holding Limited (COAMCI). Foram colocadas duas tranches de 400 milhões e 300 milhões de dólares, com maturidades de 5 e 10 anos e com cupões anuais de 3,875% e 4,5%, respetivamente”. Ambas as tranches são “incondicionalmente e irrevogavelmente” garantidas pela COAMCI. A colocação da emissão contou com um sindicato de Bancos onde fizerem parte, entre outras instituições, Bank of America Merrill Lynch, Goldman Sachs, HSBC e JP Morgan.

 

Desta forma, e em duas semanas consecutivas, o Bison Bank que tem como presidente a “Chairwoman”, Lijun (Lily) Yang e que integra na administração Pedro Ortigão Correia, realizou duas emissões obrigacionistas de empresas chinesas de referência no mercado financeiro europeu.

 

“As emissões não só aumentaram a reputação do banco no mercado de títulos de dívida como também expandiram a base de clientes europeus com interesse por ativos chineses. As operações criam assim uma base fundamentada e estruturada para futuras emissões primárias obrigacionistas”, referiu, Pedro Ortigão Correia, Administrador do Bison Bank com o pelouro de Banca de Investimento e Mercado de Capitais.

 

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/bison-bank-liderou-duas-emissoes-obrigacionistas-asiaticas-no-total-de-1-300-milhoes-de-dolares-425639

 

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“Estamos vocacionados para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano”

Última actualização: 2019-03-07

Escolher Banco MAIS é “ser MAIS, é ser eficiente, confiante, descomplicado e rápido. Queremos que os clientes reconheçam estas características no Banco MAIS”, afirma Luís Veloso de Almeida, CEO do Banco MAIS.

 

 

O Banco MAIS é hoje um dos principais players no seu setor de atuação em Moçambique. Para contextualizar junto do nosso leitor, que análise podemos fazer da atividade e quais são as mais-valias da instituição em prol da satisfação do cliente?

O Banco MAIS foi registado há 20 anos com o nome de Cooperativo de Crédito Tchuma e tinha como atividade principal a prestação de serviços de microfinanças. Os seus acionistas fundadores, com a vontade de continuar presentes no sistema financeiro moçambicano como um Banco comercial, criaram condições para a entrada na estrutura acionista da Geocapital, uma entidade que fundou o Moza Banco em 2008 (hoje o 5º maior Banco em Moçambique) que, após a venda da sua participação nessa instituição em 2013,  liderou, em 2014, a transformação e mudança de nome do Banco Tchuma (denominação atualizada em 2008) para Banco MAIS, passando a atuar como Banco Comercial com a oferta completa de produtos e serviços. Desde essa altura que temos vindo a dotar o banco de todos os meios para melhor servir os clientes nas agências em Maputo, Boane, Xai-Xai, Chimoio e Tete. Entre 2014 e 2018 o banco cresceu 5 901% no número de clientes, 5 874% nos depósitos e 1 362% no crédito. Em 2019, devido à entrada do novo acionista em 2018, o BISON Group, o Banco estará também dotado para servir da melhor forma os clientes provenientes da China.

Quais têm sido os principais pilares do Banco MAIS que levaram a marca a alcançar um patamar de excelência e credibilidade perante o mercado?

Como referido no ponto anterior, o Banco e a marca ainda são novos no mercado. A equipa que trabalha no Banco está fortemente motivada e focada em fazer desta marca uma marca de sucesso e de excelência. O trabalho desenvolvido nos últimos quatro anos mostra que estamos no caminho certo da excelência e credibilidade no mercado como atesta o crescimento verificado na carteira de depósitos, onde, em quatro anos o Banco passou da 19º para a 10º posição no ranking dos Bancos em Moçambique. Os seus principais pilares são: o trabalho em equipa, a estratégia bem definida com abordagem que procura constantemente corresponder às expectativas dos clientes, a honestidade e a entrega ao cliente de um serviço de qualidade.

De que forma é que o Banco MAIS se tem vindo a posicionar como um banco inovador na capacidade de satisfazer as necessidades específicas dos clientes?

Num mercado competitivo como é o mercado financeiro em Moçambique, a inovação é fundamental para atrair e fidelizar clientes, assim como para criar fatores de diferenciação com os concorrentes. Por esse motivo, o Banco MAIS investiu fortemente em tecnologia nos últimos três anos como forma de melhorar o serviço ao cliente, com a diminuição dos tempos de respostas a clientes e criação de produtos novos. De referir que o Banco MAIS foi o primeiro Banco em África a utilizar um sistema de BPM em Cloud (IBM), o que permitiu reduzir o tempo entre o pedido do cliente, análise, aprovação e a concessão de um determinado produto de crédito para 48 horas. No final de 2018 também lançámos um produto inovador, para aplicação de fundos, no mercado moçambicano.

Assumem-se como um banco comercial vocacionado para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano. Assim, que mais-valias aportam aos vossos clientes empresariais e qual tem sido a capacidade de relacionamento com os mesmos?

É verdade, estamos vocacionados para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano. Como sabe Banco MAIS quer dizer Banco Moçambicano de Apoio aos InvestimentoS. O nosso primeiro ano completo, como Banco MAIS, foi em 2015 e como é sabido Moçambique atravessou uma forte crise que se iniciou no final de 2015 e só mostrou claros sinais de recuperação, apesar de lenta, em 2018. Esta crise levou a uma desvalorização acentuada do Metical, subida considerável das taxas de juro e da inflação, o que travou o crescimento económico. Com esta situação, decidimos ser conservadores e apoiar apenas um pequeno conjunto de empresas. No entanto, e com a melhoria das condições económicas, estabilização da taxa de câmbio, diminuição das taxas de juros e da inflação contamos, em 2019, retomar a nossa vocação, não só na Banca Comercial como também na Banca de Investimentos.

Como tem a instituição contribuído para o desenvolvimento do sistema bancário moçambicano? Que posição assume, atualmente, a marca no país?

O Banco MAIS nasce da aquisição, em 2014, de um pequeno Banco de microfinaças, tendo, desde logo, iniciado o processo de transformação para um Banco Comercial completo. Em 2018 o Banco já disponibilizava aos seus clientes uma oferta completa de produtos e serviços e em 2019 iremos disponibilizar cartões VISA e serviços de banca de investimento. Durante estes últimos quatro anos o banco passou da última posição, 19ª, no ranking dos bancos em Moçambique para a 10ª posição, em termos de depósitos. A marca ainda é nova e está em fase de construção e com ela a contribuição para o desenvolvimento do sistema bancário com a modernização nas nossas agências.

Quais são as grandes lacunas que ainda identifica no âmbito do sistema bancário moçambicano e de que forma é que o Banco MAIS tem vindo a alterar e a ultrapassar esses obstáculos?

Diria que as grandes lacunas são a falta de literacia financeira e bancarização da população moçambicana, o que, devido à dimensão do país e o desafio de desenvolvimento das infraestruturas básicas, tornam esta tarefa mais difícil. Os bancos, na sua generalidade, e o próprio Banco Central têm vindo a fazer um grande esforço no campo da literacia financeira com ações de divulgação e formação.

O Banco MAIS tem sido um player impulsionador e dinâmico no âmbito das relações e cooperação da CPLP? Como o perpetua?

O Banco MAIS está inserido numa estrutura acionista que o coloca logo como um elemento relevante na CPLP, uma vez que um dos seus principais acionista, a Geocapital, é também acionista do maior Banco em Cabo Verde e do maior Banco na Guiné-Bissau. Com estas participações pretende criar um maior intercâmbio e cooperação entre estes países. Através deste acionista, com sede em Macau, também temos uma ligação ao Fórum MACAU, com quem também mantemos uma boa relação.

Na sua opinião, o que é necessário para uma cooperação cada vez mais sólida entre os Estados-Membros da CPLP?

Os Estados membros da CPLP estão localizados nos quatro cantos do mundo, América do Sul, Europa, África e Ásia o que dá à CPLP uma vantagem única de poder atuar a nível global. Do meu ponto de vista, ainda há muito trabalho a ser feito para que os países membros possam, de facto, beneficiar da pertença a esta Comunidade, mas, e do meu ponto de vista, parece-me fundamental que se trabalhe no sentido de se chegar a um entendimento sobre a circulação de pessoas, bens e fluxos financeiros entre os países membros, que beneficiaria, em muito, todos os envolvidos.

Para 2019, o que podemos esperar por parte do Banco MAIS? Quais os grandes desafios da marca?

Em 2018 o Banco MAIS viu a sua estrutura acionista reforçada com a entrada de um novo acionista, o BISON Group, grupo Chinês com investimentos na China, Hong Kong, Portugal, Estados Unidos e Moçambique. Com a entrada deste acionista foi também reforçada a sua capacidade financeira com um aumento de capital de 600 milhões de meticais. Para 2019 está previsto um novo aumento de capital e começará a ser visível a nova estratégia, que está em fase de implementação, e que passa por criar uma relação forte com o mercado chinês, com a criação de produtos específicos e estabelecimento de parcerias com entidades financeiras chinesas, que visem uma maior aproximação entre Moçambique e a China. Para 2019 podemos esperar um Banco MAIS, mais forte, mais focado no desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano e mais envolvido no estabelecimento de parcerias e relações comerciais com entidades chinesas.

Escolher Banco MAIS é…?

Ser MAIS é ser eficiente, confiante, descomplicado e rápido e queremos que os clientes reconheçam estas características no Banco MAIS

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