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EMPRESAS

O Banco MAIS é o Seu Parceiro de Negócios incontornável nas suas decisões de investimento. Tem soluções para a sua empresa crescer. Adira e beneficie de um atendimento personalizado que inclui a assessoria financeira para os seus projectos.

PARTICULARES

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NEGÓCIO INTERNACIONAL

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Comunicados Banco Mais

The Strength Of Group Work

Última actualização: 2019-01-28

 

Entrevista do CEO – Luis Almeida. Fonte: Revista Forbes Africa

The Strength Of Group Work
Sustained by its prestigious shareholders, Banco MAIS focuses on providing global innovative and technologically advanced financial  and business solutions for companies and private individuals alike.

Since 2014, Luis Almeida has acted as President of the Executive Commission (CEO) of Banco MAIS. During this time, he has overseen the bank’s development to full commercial bank and its advancement into digital banking and financial inclusion. Penresa had the pleasure of speaking to him about its recent acquisition by the Chinese Group BISON, as well as the bank’s future prospects and vision. 

Recently, BISON Group acquired 48% of Banco MAIS shares. What does this acquisition mean for the future of the bank? 
This was very important for the bank because it has reinforced our balance sheet, giving to the bank more financial capacity to continue its development and access to an international network, especially with China, Hong-Kong, Macau and Portugal, where the BISON has other financial institutions. With this acquisition, Banco MAIS is the only bank in Mozambique with direct Chinese investment and we are changing our strategy to address this market and be the bank for Chinese Companies in Mozambique. We will also start offering other services to our clients, like Investment Banking and Wealth Management. This acquisition shows that it’s possible to attract investment to Mozambique and to the financial system. 


What is Banco MAIS doing to support the development of SMEs? 
The last years has been very difficult for SMEs, but now the economic environment is changing for the better and there are good prospects for the futures, especially with the start of the gas projects. Banco MAIS has special products and an agreement with the Association of SMEs to support the development and growth of these companies, which is essential if they want to be part of the business opportunities that will arrive soon.


Last year, the bank joined the integrated electronic payment system in the South African Development Community. How do you assess the importance of digitalisation in order to increase financial inclusion in the country? 
Yes, Banco MAIS was one of the first banks in Mozambique to join the SIRESS system. This system brings huge advantages for clients since it’s in real time. I must say that is not only digitalisation that’s important, but all technologies involved in banks that serve clients. Mozambique is a big country, with 801.590 km2 and a low level of infrastructure, so it’s crucial to use technologies to better serve clients and reduce costs. Since 2014, we have decided to invest in technology and we will continue to do so. Now Banco MAIS has a mobile application for clients and we are working with IBM on innovative systems to increase our productiveness and reduce cost. For example, we are using the IBM BPM system on cloud, I think we have been the first bank to use this system on cloud in Africa, that gave us the possibility to have all loan processes digitalised, the decision process on a workflow, the control of all processes and all of this on cloud, meant that we didn’t have to buy any hardware or increase our IT department. Now we are developing new solutions with our partners and with BISON, to introduce new innovative products based on technology. 

How will Banco MAIS’ certification as Special Operator of the Stock contribute to the development of national companies? 
Banco MAIS aims to be one of the players to bring companies to the stock exchange. It would be a different way for companies to finance themselves and it’s much easier for foreign investors to invest in a company that is listed. The whole process is simpler, the taxes are lower, there is transparency and we plan on working with our partner at a group level

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Banco MAIS abre uma linha de crédito para PMEs

Última actualização: 2018-11-08

O Banco MAIS e a ASSOCIAÇÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS acabam de assinar um memorando de entendimento no qual o Banco MAIS comprometeu-se em passar a fornecer produtos e serviços financeiros com condições preferenciais para as PMEs.

No concreto, a cooperação visa apoiar as PMEs através de uma linha especial de crédito. O financiamento vai abarcar diversos ramos de investimento que vão desde o sector da agricultura, do comércio, da construção, da indústria, da agro-pecuária, da energia, entre outras. 

O acordo de parceria foi assinado pelo Presidente da Comissão Executiva do Banco MAIS, Eng.º Luis Almeida, e pelo Dr. Inocêncio Paulino Presidente da ASSOCIAÇÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. 

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Notícias económicas

Bison Bank liderou duas emissões obrigacionistas asiáticas no total de 1.300 milhões de dólares.

Última actualização: 2019-04-17

O ex-Banif Banco de Investimento anunciou em comunicado que realizou duas emissões obrigacionistas asiáticas no total de 1.300 milhões de dólares (1.148,4 milhões de euros).

 

O Bison Bank atua como Joint Lead Manager e Joint Bookrunner nas duas emissões obrigacionistas asiáticas.

Segundo o comunicado, “a 28 de Fevereiro, o Bison Bank, conjuntamente com Goldman Sachs, UBS, BOCI, Credit Suisse, CLSA e DBS, atuou como Joint Lead Manager e Joint Bookrunner na emissão de obrigações da Vanke Real Estate (Hong Kong) Company Limited, direcionada a investidores profissionais, no montante de 600 milhões de dólares (530 milhões de euros), com maturidade em 2024 (5,25 anos) e um cupão anual de 4,20%”.

 

Depois, a 13 de Março, “o Bison Bank atuou como Joint Lead Manager e Joint Bookrunner, na emissão obrigacionista de 700 milhões de dólares (618,3 milhões de euro) da Joy Treasure Asset Holdings Inc., subsidiária totalmente detida pela China Orient Asset Management (International) Holding Limited (COAMCI). Foram colocadas duas tranches de 400 milhões e 300 milhões de dólares, com maturidades de 5 e 10 anos e com cupões anuais de 3,875% e 4,5%, respetivamente”. Ambas as tranches são “incondicionalmente e irrevogavelmente” garantidas pela COAMCI. A colocação da emissão contou com um sindicato de Bancos onde fizerem parte, entre outras instituições, Bank of America Merrill Lynch, Goldman Sachs, HSBC e JP Morgan.

 

Desta forma, e em duas semanas consecutivas, o Bison Bank que tem como presidente a “Chairwoman”, Lijun (Lily) Yang e que integra na administração Pedro Ortigão Correia, realizou duas emissões obrigacionistas de empresas chinesas de referência no mercado financeiro europeu.

 

“As emissões não só aumentaram a reputação do banco no mercado de títulos de dívida como também expandiram a base de clientes europeus com interesse por ativos chineses. As operações criam assim uma base fundamentada e estruturada para futuras emissões primárias obrigacionistas”, referiu, Pedro Ortigão Correia, Administrador do Bison Bank com o pelouro de Banca de Investimento e Mercado de Capitais.

 

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/bison-bank-liderou-duas-emissoes-obrigacionistas-asiaticas-no-total-de-1-300-milhoes-de-dolares-425639

 

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“Estamos vocacionados para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano”

Última actualização: 2019-03-07

Escolher Banco MAIS é “ser MAIS, é ser eficiente, confiante, descomplicado e rápido. Queremos que os clientes reconheçam estas características no Banco MAIS”, afirma Luís Veloso de Almeida, CEO do Banco MAIS.

 

 

O Banco MAIS é hoje um dos principais players no seu setor de atuação em Moçambique. Para contextualizar junto do nosso leitor, que análise podemos fazer da atividade e quais são as mais-valias da instituição em prol da satisfação do cliente?

O Banco MAIS foi registado há 20 anos com o nome de Cooperativo de Crédito Tchuma e tinha como atividade principal a prestação de serviços de microfinanças. Os seus acionistas fundadores, com a vontade de continuar presentes no sistema financeiro moçambicano como um Banco comercial, criaram condições para a entrada na estrutura acionista da Geocapital, uma entidade que fundou o Moza Banco em 2008 (hoje o 5º maior Banco em Moçambique) que, após a venda da sua participação nessa instituição em 2013,  liderou, em 2014, a transformação e mudança de nome do Banco Tchuma (denominação atualizada em 2008) para Banco MAIS, passando a atuar como Banco Comercial com a oferta completa de produtos e serviços. Desde essa altura que temos vindo a dotar o banco de todos os meios para melhor servir os clientes nas agências em Maputo, Boane, Xai-Xai, Chimoio e Tete. Entre 2014 e 2018 o banco cresceu 5 901% no número de clientes, 5 874% nos depósitos e 1 362% no crédito. Em 2019, devido à entrada do novo acionista em 2018, o BISON Group, o Banco estará também dotado para servir da melhor forma os clientes provenientes da China.

Quais têm sido os principais pilares do Banco MAIS que levaram a marca a alcançar um patamar de excelência e credibilidade perante o mercado?

Como referido no ponto anterior, o Banco e a marca ainda são novos no mercado. A equipa que trabalha no Banco está fortemente motivada e focada em fazer desta marca uma marca de sucesso e de excelência. O trabalho desenvolvido nos últimos quatro anos mostra que estamos no caminho certo da excelência e credibilidade no mercado como atesta o crescimento verificado na carteira de depósitos, onde, em quatro anos o Banco passou da 19º para a 10º posição no ranking dos Bancos em Moçambique. Os seus principais pilares são: o trabalho em equipa, a estratégia bem definida com abordagem que procura constantemente corresponder às expectativas dos clientes, a honestidade e a entrega ao cliente de um serviço de qualidade.

De que forma é que o Banco MAIS se tem vindo a posicionar como um banco inovador na capacidade de satisfazer as necessidades específicas dos clientes?

Num mercado competitivo como é o mercado financeiro em Moçambique, a inovação é fundamental para atrair e fidelizar clientes, assim como para criar fatores de diferenciação com os concorrentes. Por esse motivo, o Banco MAIS investiu fortemente em tecnologia nos últimos três anos como forma de melhorar o serviço ao cliente, com a diminuição dos tempos de respostas a clientes e criação de produtos novos. De referir que o Banco MAIS foi o primeiro Banco em África a utilizar um sistema de BPM em Cloud (IBM), o que permitiu reduzir o tempo entre o pedido do cliente, análise, aprovação e a concessão de um determinado produto de crédito para 48 horas. No final de 2018 também lançámos um produto inovador, para aplicação de fundos, no mercado moçambicano.

Assumem-se como um banco comercial vocacionado para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano. Assim, que mais-valias aportam aos vossos clientes empresariais e qual tem sido a capacidade de relacionamento com os mesmos?

É verdade, estamos vocacionados para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano. Como sabe Banco MAIS quer dizer Banco Moçambicano de Apoio aos InvestimentoS. O nosso primeiro ano completo, como Banco MAIS, foi em 2015 e como é sabido Moçambique atravessou uma forte crise que se iniciou no final de 2015 e só mostrou claros sinais de recuperação, apesar de lenta, em 2018. Esta crise levou a uma desvalorização acentuada do Metical, subida considerável das taxas de juro e da inflação, o que travou o crescimento económico. Com esta situação, decidimos ser conservadores e apoiar apenas um pequeno conjunto de empresas. No entanto, e com a melhoria das condições económicas, estabilização da taxa de câmbio, diminuição das taxas de juros e da inflação contamos, em 2019, retomar a nossa vocação, não só na Banca Comercial como também na Banca de Investimentos.

Como tem a instituição contribuído para o desenvolvimento do sistema bancário moçambicano? Que posição assume, atualmente, a marca no país?

O Banco MAIS nasce da aquisição, em 2014, de um pequeno Banco de microfinaças, tendo, desde logo, iniciado o processo de transformação para um Banco Comercial completo. Em 2018 o Banco já disponibilizava aos seus clientes uma oferta completa de produtos e serviços e em 2019 iremos disponibilizar cartões VISA e serviços de banca de investimento. Durante estes últimos quatro anos o banco passou da última posição, 19ª, no ranking dos bancos em Moçambique para a 10ª posição, em termos de depósitos. A marca ainda é nova e está em fase de construção e com ela a contribuição para o desenvolvimento do sistema bancário com a modernização nas nossas agências.

Quais são as grandes lacunas que ainda identifica no âmbito do sistema bancário moçambicano e de que forma é que o Banco MAIS tem vindo a alterar e a ultrapassar esses obstáculos?

Diria que as grandes lacunas são a falta de literacia financeira e bancarização da população moçambicana, o que, devido à dimensão do país e o desafio de desenvolvimento das infraestruturas básicas, tornam esta tarefa mais difícil. Os bancos, na sua generalidade, e o próprio Banco Central têm vindo a fazer um grande esforço no campo da literacia financeira com ações de divulgação e formação.

O Banco MAIS tem sido um player impulsionador e dinâmico no âmbito das relações e cooperação da CPLP? Como o perpetua?

O Banco MAIS está inserido numa estrutura acionista que o coloca logo como um elemento relevante na CPLP, uma vez que um dos seus principais acionista, a Geocapital, é também acionista do maior Banco em Cabo Verde e do maior Banco na Guiné-Bissau. Com estas participações pretende criar um maior intercâmbio e cooperação entre estes países. Através deste acionista, com sede em Macau, também temos uma ligação ao Fórum MACAU, com quem também mantemos uma boa relação.

Na sua opinião, o que é necessário para uma cooperação cada vez mais sólida entre os Estados-Membros da CPLP?

Os Estados membros da CPLP estão localizados nos quatro cantos do mundo, América do Sul, Europa, África e Ásia o que dá à CPLP uma vantagem única de poder atuar a nível global. Do meu ponto de vista, ainda há muito trabalho a ser feito para que os países membros possam, de facto, beneficiar da pertença a esta Comunidade, mas, e do meu ponto de vista, parece-me fundamental que se trabalhe no sentido de se chegar a um entendimento sobre a circulação de pessoas, bens e fluxos financeiros entre os países membros, que beneficiaria, em muito, todos os envolvidos.

Para 2019, o que podemos esperar por parte do Banco MAIS? Quais os grandes desafios da marca?

Em 2018 o Banco MAIS viu a sua estrutura acionista reforçada com a entrada de um novo acionista, o BISON Group, grupo Chinês com investimentos na China, Hong Kong, Portugal, Estados Unidos e Moçambique. Com a entrada deste acionista foi também reforçada a sua capacidade financeira com um aumento de capital de 600 milhões de meticais. Para 2019 está previsto um novo aumento de capital e começará a ser visível a nova estratégia, que está em fase de implementação, e que passa por criar uma relação forte com o mercado chinês, com a criação de produtos específicos e estabelecimento de parcerias com entidades financeiras chinesas, que visem uma maior aproximação entre Moçambique e a China. Para 2019 podemos esperar um Banco MAIS, mais forte, mais focado no desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano e mais envolvido no estabelecimento de parcerias e relações comerciais com entidades chinesas.

Escolher Banco MAIS é…?

Ser MAIS é ser eficiente, confiante, descomplicado e rápido e queremos que os clientes reconheçam estas características no Banco MAIS

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