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Comunicados Banco Mais

Prespectiva-se um crescimento lento no segundo semestre de 2021

Última actualização: 2021-09-29

As medidas restritivas menos severas adoptadas no contexto da COVID-19 no II Trimestre de 2021 e o efeito base , ditaram a aceleração da actividade doméstica no período, num contexto de recuperação da procura externa. Entretanto, para o III trimestre, perspectiva-se um ténue crescimento, a reflectir as medidas restritivas para conter a terceira vaga da COVID-19, que vem sendo implementadas desde o início do trimestre, indica o Relatório da Conjuntura Económica e Prespectivas de Inflacção divulgado pelo Banco de Moçambique em Setembro corrente.

De acordo com a análise do BM, constrangimentos na cadeia de fornecimento de bens e serviços, a nível mundial, reflectiram-se na ligeira aceleração dos preços em Agosto, perspectivando-se, ainda assim, a manutenção de uma inflação de um dígito no curto e médio prazo.

Para 2021 e 2022 consolidam-se as perspectivas quanto à retoma do crescimento económico global. Em face da reabertura das economias associada aos avanços nos programas de vacinação contra a COVID-19, bem como da vigência de pacotes fiscais adicionais com vista a estimular a procura nas economias avançadas, consolidamse as perspectivas de crescimento para 2021 e 2022.

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INFORMAÇÃO IMPORTANTE - COVID 19

Última actualização: 2020-03-31

Com o Objectivo de contribuir para os esforços de contenção do COVID 19 actuando preventivamente, por forma a garantir a segurança e bem-estar dos nossos colaboradores, clientes e público em geral e cumprindo com as recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde o Banco MAIS tomou as seguintes medidas:

01- Cada uma das nossas Unidades de Negócio terá um número limitado de colaboradores;

02- Só será permitido um limite máximo de três clientes, em simultâneo, no interior de cada uma das Unidades de Negócio;

03- A nossa equipe de segurança e vigilancia é responsavel por garantir que os clientes usem o desinfectante bem como a organização de filas de espera;

04- Temos disponível nas nossas Unidades de Negócio desinfectante para as mãos;

05- Aos colaboradores do Banco foi-lhes instruído a lavar e desinfectar as mãos com regularidade e limpar os seus locais de trabalho;

06- As nossas Unidades de Negócio, instalações, ATM´s são alvo de limpezas minuciosas e regulares.

Caro cliente:

É obrigatório o uso de desinfectante disponivel nas nossas Unidades de Negocios sempre que lá estiver.

Use os meios digitais (Telemóvel/Computador) para realizar operações bancárias ou falar com o seu gestor.

Realize as operações do dia-a-dia com toda a segurança e conforto através das nossas soluções de Internet Banking (Mobile Banking e e-banking).

Evite o manuseamento de dinheiro e prefira os pagamentos com cartão ou através de meios digitais.

Veja os Documentos na Língua Portuguesa, Inglesa e em Mandarim respectivamente, nos Links abaixo:

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Notícias económicas

Preços de bens e serviços desaceleraram em Julho

Última actualização: 2020-08-12

Pelo terceiro mês consecutivo, o país registou uma redução nos preços de bens e serviços. A deflação em Julho foi de 0.20 por cento, contra 0.55 por cento em junho e 0.6 por cento, negativos em Maio.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi calculado com base nos dados recolhidos nas cidades de Nampula, Beira e Maputo, onde certificou que o país registou uma deflação de 0,20 por cento. A inflação acumulada (Janeiro a Julho) situou-se em 0,38 por cento e a homologa (comparativamente ao igual período do ano passado) em 2,80 por cento.

Analisando o custo de vida por cidade, o Instituto Nacional de Estatística (INE) constatou que a cidade da Beira foi a mais barata com 0,42 por cento, seguida de Nampula e Maputo com 0,30 por cento e 0,06 respectivamente.

Segundo o Director Nacional Adjunto de Contas Nacionais e Indicadores Globais, Ernesto da Silva, a divisão de Alimentação e bebidas não alcoólicas foi a de maior impacto, ao contribuir no total da variação mensal com cerca de 0,22 pontos percentuais (pp) negativos.

“Analisando a variação mensal por produto, importa destacar a queda do preço do tomate (5,3%), da cebola (9,0%), do açúcar castanho (5,9%), da alface 12,3%), do óleo alimentar (2,5%), da couve (7,8%0 e do repolho (10,4%). Estes contribuíram no total da variação mensal com cerca de 0,35 pp negativos”, mencionou Ernesto da Silva.

Em contrapartida, os preços de alguns produtos com destaque para o pão de trigo (4,1%), os cigarros (3,0%), o feijão manteiga (1,9%), a mandioca seca (28,5%) o milho em grão (10,6%), o limão (24,6%) e as calças para homens (0,8%) contrariaram a tendência de queda, ao contribuírem com cerca de 0,21 pp positivos.

Em referência a variação acumulada, de Janeiro a Julho do ano em curso, da Silva referiu que as cidades de Nampula e de Maputo foram caracterizadas por aumento de preços, tendo registado uma inflação de cerca de 0,79 e 0,68 respectivamente.

A cidade da Beira apesentou uma tendência contrária ao registar uma deflação de aproximadamente 1,03%.

“No que concerne à inflação homóloga, a Cidade de Nampula liderou a tendência de aumento do nível geral de preços com aproximadamente 3,85%, seguida da Cidade da Beira com 3,52% e por último a Cidade de Maputo com 2,02%”, concluiu.

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Inflação Anual Desacelera Pelo Segundo Mês Consecutivo

Última actualização: 2020-07-28

Moçambique voltou a registar uma deflação. Depois de Maio, a inflação de Junho foi também negativa (-0,55%), ou seja, os preços baixaram pelo segundo mês consecutivo, segundo o INE.

Numa altura em que o poder de compra baixou, devido ao impacto da pandemia da COVID-19, o custo de vida recuou em Junho.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o país registou no fecho do primeiro semestre, uma deflação mensal de 0,55% face ao mês anterior. As divisões de alimentação e bebidas não alcoólicas, bem como de transportes, foram as de maior impacto, ao contribuírem no total da variação mensal com cerca de 0,43 e 0,13 pontos percentuais (pp) negativos, respectivamente.

Desagregando a variação mensal por produto, destaca-se a queda de preços do tomate (9,6%), gasolina (1,4%), açúcar castanho (7,9%), cebola (5,8%), gasóleo (3,1%), amendoim (3,1%) e da couve (4,6%).

No entanto, e de acordo ainda com o INE, alguns produtos contraíram a tendência da queda de preços, com destaque para os materiais diversos para manutenção e reparação da habitação (3,4%), batata-doce (16,6%), carapau (0,6%), cigarros (1%), o limão (23,4%), miudezas comestíveis de aves (2,5%) e o frango (0,3%), ao contribuírem com cerca de 0,11pp positivos.

CRESCIMENTO SEM DESENVOLVIMENTO?

O Instituto Nacional de Estatísitca estima que Moçambique tem actualmente cerca de 30 milhões de pessoas e as projecções apontam para um crescimento populacional de até 35 milhões nos próximos cinco anos.

Entretanto, este aumento nem sempre tem sido acompanhado pelo crescimento da economia nacional.

A taxa de crescimento da população é de 2,5% e a do PIB é de 2,2%, o que significa que a população cresce mais rápido que a economia, o que coloca o Estado numa ligeira incapacidade de provisão de bens e serviços essenciais aos cidadãos.

Segundo o INE, em 2017 a economia moçambicana registou um crescimento da produção na ordem de 3.7% do PIB tendo caído para 2,3% em 2019 e para 1,7% no primeiro trimestre de 2020, em conformidade com o Banco de Moçambique.

Apesar de o país ter registado uma redução da inflação mensal de 0,55% em Junho de 2020, os cidadãos continuam a debaterem-se com a redução do poder de compra, facto que impacta directamente na cesta básica e sobrevivência das famílias.

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