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Comunicados Banco Mais

Prémio de Maior Patrocinador de Emissões admitidas à cotações (acções)

Última actualização: 2022-10-31

O MAIS, SA, ganhou o prémio de Maior Patrocinador de Emissões admitidas à cotações (acções).

Foi realizado um evento pela Bolsa de Valores de Moçambique (BVM), na última sexta-feira, dia 28 de Outubro de 2022, onde o Administrador-delegado, Dr. Gildo Dos Santos Lucas recebeu o magnífico prémio.

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Prespectiva-se um crescimento lento no segundo semestre de 2021

Última actualização: 2021-09-29

As medidas restritivas menos severas adoptadas no contexto da COVID-19 no II Trimestre de 2021 e o efeito base , ditaram a aceleração da actividade doméstica no período, num contexto de recuperação da procura externa. Entretanto, para o III trimestre, perspectiva-se um ténue crescimento, a reflectir as medidas restritivas para conter a terceira vaga da COVID-19, que vem sendo implementadas desde o início do trimestre, indica o Relatório da Conjuntura Económica e Prespectivas de Inflacção divulgado pelo Banco de Moçambique em Setembro corrente.

De acordo com a análise do BM, constrangimentos na cadeia de fornecimento de bens e serviços, a nível mundial, reflectiram-se na ligeira aceleração dos preços em Agosto, perspectivando-se, ainda assim, a manutenção de uma inflação de um dígito no curto e médio prazo.

Para 2021 e 2022 consolidam-se as perspectivas quanto à retoma do crescimento económico global. Em face da reabertura das economias associada aos avanços nos programas de vacinação contra a COVID-19, bem como da vigência de pacotes fiscais adicionais com vista a estimular a procura nas economias avançadas, consolidamse as perspectivas de crescimento para 2021 e 2022.

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Notícias económicas

Sector privado aposta em energias renováveis na indústria e agricultura

Última actualização: 2022-11-24

Os operadores da área de energias renováveis reuniram-se há dias, em Maputo, para defender maior aposta na utilização de tecnologias fornecidas pelo sector nos projectos agrícolas e industriais.

De um modo geral, estas constituem soluções competitivas, confiáveis e rentáveis numa altura em que cresce a exigência global de utilização de energias amigas do ambiente. Dado o facto de o sector ser incipiente em Moçambique, o evento serviu para sensibilizar e informar os profissionais do sector agrícola e industrial sobre a oferta existente, os benefícios e as poupanças que podem obter a partir destas tecnologias. 

Em representação da Delegação da União Europeia em Moçambique, Verlee Smet destacou durante a sessão de abertura que o país “realizou progressos satisfatórios ao longo do último ano com a adopção do Regulamento de Acesso à Energia nas zonas Fora da Rede e da nova Lei da Electricidade”. 

Falando perante perto de uma centena de empresários do sector de energias renováveis, indústria e agricultura, Smet anunciou que a Iniciativa de Financiamento da Electrificação (ou ElectriFI), financiada pela União Europeia, que investe em empresas em fase inicial e em projectos de acesso à energia, estará activa para Moçambique a partir de Janeiro, com um orçamento de 15 milhões de euros.

Por seu turno, o representante da Embaixada da Alemanha em Moçambique, Thierry Kuhn, referiu que as energias renováveis podem contribuir não só para garantir acesso, mas também a poupança e, por sua vez, incentivam a competitividade dos sectores agrícola e industrial que empregam grande parte da população moçambicana.

Em nome do sector empresarial, o Presidente da Associação Industrial de Moçambique (AIMO), Rogério Samo Gudo, realçou: “o que limita o crescimento da indústria é a competitividade e um factor essencial é o custo - as energias renováveis não só permitem sermos mais competitivos, mas também ter uma produção mais responsável e sustentável”. Entretanto, o empresário reiterou a necessidade de se trabalhar nas soluções de financiamento que garantam períodos de retorno do investimento mais curtos. 

Já o Presidente da Federação Nacional das Associações Agrárias de Moçambique (FENAGRI), Hernani Mussanhane, salientou que falar de energias renováveis é falar da mitigação dos efeitos das alterações climáticas e que a actividade agrícola é a que mais sofre. Neste sentido, referiu: “as energias renováveis podem ser determinantes para viabilização da actividade agrícola graças à sua facilidade de instalação e podem compensar o fornecimento da rede eléctrica” e voltou a frisar: “o custo será um factor decisivo, já que os agricultores trabalham com margens muito pequenas”. 

O evento foi organizado pela Associação Moçambicana de Energias Renováveis (AMER) em parceria com a sua congénere de Portugal e possibilitou que fosse dado o primeiro passo para garantir a colaboração entre agricultores, empresários, empresas prestadoras de serviços e financiadores.

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Crescimento económico atinge 4,6% no II Trimestre

Última actualização: 2022-10-20

O PIB real cresceu, em termos anuais, em 4,6% no II trimestre de 2022, impulsionado pela progressiva retoma da actividade económica, em face do alívio das medidas restritivas, num contexto de melhoria dos preços das commodities e da procura externa. Estes factores, aliados à execução de projectos energéticos estruturantes no país e à retoma do apoio directo ao orçamento do Estado, justificam a manutenção das perspectivas de crescimento do PIB no curto prazo, indica um estudo do Banco de Moçambique sobre sobre a Conjutura Económica Perspectivas de Inflação publicado, recentemente na sua página de internet.

Em relação à inflação anual, o estudo refere que prevalecem as perspectivas de aceleração no curto prazo, a reflectir, essencialmente, o ajustamento dos preços de bens administrados e o aumento dos preços de produtos alimentares, num cenário ainda marcado por elevadas incertezas quanto aos efeitos do prolongamento do conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

A expansão da actividade económica, que se situou 50pb acima do observado no I trimestre, é explicada pelo contínuo alívio das medidas restritivas, que tem possibilitado a retoma dos sectores de actividade e a melhoria da procura interna, num contexto em que os preços das commodities de exportação se mantiveram favoráveis e se observou uma melhoria da procura externa, evidenciada, sobretudo, pelo desempenho alcançado pela indústria extractiva.

Em termos de componentes da procura agregada, destaca-se: i) Amelhoria da procura externa, impulsionada pelo aumento do preço das commodities e o consequente aumento das exportações e redução do défice da conta corrente no II trimestre de 2022.

Em relação à economia internacional, o estudo revela que para 2022 e 2023, mantêm-se as perspectivas de abrandamento do crescimento económico mundial, com ênfase para as economias avançadas e emergentes, devido (i) ao prolongamento do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, (ii) ao refreamento do crescimento da China em face dos recentes lockdowns impostos para controlar a COVID-19 e (iii) às condições monetárias mais restritivas, que visam conter as crescentes presses inflacionárias.

No II trimestre de 2022, a actividade económica manteve a tendência de refreamento na maior parte dos principais parceiros comerciais do país. Nas economias avançadas, destaca-se os Estados Unidos da América (EUA), onde o crescimento do produto interno bruto (PIB) continua a abrandar, devido ao efeito combinado da redução da despesa pública e sucessivos agravamentos da taxa de juro de política monetária.

Nas economias emergentes, realçam-se a China e a África do Sul, que registaram uma significativa desaceleração do crescimento do PIB, explicada, sobretudo, pelos lockdowns e pela crise energética, respectivamente.

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