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Comunicados Banco Mais

Banco MAIS lança serviço de Internet Banking – o MAIS Net

Última actualização: 2017-06-13

O Banco MAIS lançou, no passado dia 21 de Março, os serviços de Internet Banking, o que permitirá aos seus clientes fazer consultas, movimentos, subscrição de aplicações a prazo, pagamentos de serviços, compra recargas, pagamentos ao estado (JUE e INSS), processamento de salários e pagamentos aos fornecedores, de forma rápida e conveniente através de um computador, tablet ou smartphone com ligação à internet, de forma cómoda, rápida e segura, em qualquer parte do mundo.

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Banco MAIS adere ao Sistema Integrado de Pagamento Electrónico na SADC

Última actualização: 2017-05-24

Banco Moçambicano de Apoio aos Investimentos, S.A. aderiu recentemente ao Sistema Integrado de Pagamento Electrónico na SADC, denominado, em inglês, The SADC Integrated Regional Electronic Settlement System (SIRESS), tornando-se num dos Bancos, em Moçambique, a oferecer este serviço aos seus Clientes.

O SIRESS é um sistema de pagamento electrónico desenvolvido pelos estados membros da SADC para facilitar as transações regionais entre Bancos, substituindo o papel.

O projecto de modernização de pagamentos da SADC foi criado pelo Comité Central de Governadores dos Bancos (CCBG) da SADC com o objectivo de facilitar o comércio integrado entre estados membros deste bloco regional. Com esta solução, o Banco MAIS passa a disponibilizar, para os seus Clientes e a todos os interessados, uma plataforma que permite efectuar a liquidação de operações na região da SADC em tempo real, de forma segura e eficiente. A gestão do Sistema é liderada pelo South Africa Reserve Bank que assegura o seu pleno funcionamento em tempo real nos onze países que aderiram ao serviço,: África do Sul, Moçambique, Lesotho, Swazilândia, Namíbia, Malawi, Tanzânia, Zimbabué, Zâmbia, Maurícias e Botswana. As operações no SIRESS são realizadas exclusivamente em moeda sul-africana, o RAND.

A adesão a este novo serviço, aprovada pelo Banco de Moçambique, enquadra-se nas acções estratégicas do Banco MAIS que passam pela disponibilização, cada vez mais, de alternativas de pagamentos electrónicos aos seus Clientes. Refira-se que recentemente o Banco MAIS modernizou os sistemas tecnológicos, tendo lançado os serviços de Internet Banking e de POS que facilitam mais ainda as relações económicas com os Clientes, que passam a dispor de plataformas digitais para a realização das transacções financeiras. Igualmente, conferiu maior visibilidade à marca Banco MAIS, com a inauguração da nova Unidade de Negócio e a mudança da sua Sede para a Avenida Julius Nyerere.

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Notícias económicas

Países de língua portuguesa “estrelas” do crescimento económico em África em 2017

Última actualização: 2017-02-17

Os países de língua portuguesa deverão ser as “estrelas” do crescimento económico em 2017 em África, continente em que está previsto haver uma recuperação ligeira, de acordo com as mais recentes previsões económicas de instituições internacionais.

O relatório “Situação Económica Mundial e Perspectivas 2017”, divulgado na semana passada pela Divisão de Análise e Política de Desenvolvimento do Departamento de Assuntos Económicos e Sociais da ONU, prevê que São Tomé e Príncipe registará o crescimento do Produto Interno Bruto mais elevado entre os países de língua portuguesa – 5,5%, a par de Moçambique.

Seguem-se a Guiné-Bissau (4%) e Cabo Verde, cuja economia deverá crescer 3,5%, em fase de aceleração.

A trajectória de aceleração da economia cabo-verdiana está bem patente nas Perspectivas Económicas Globais 2017, do Banco Mundial, também agora divulgadas, em que são revistas em alta significativa as previsões de crescimento para a economia insular, este ano e no próximo.

Em 2017, Cabo Verde deverá crescer 3,3% (1,4 pontos percentuais acima do previsto no último ponto de situação do Banco Mundial) e 3,5% em 2018 (mais 1,3 pontos percentuais).

O Banco Mundial não publica estimativas para São Tomé e Príncipe, colocando a economia moçambicana como a mais dinâmica no espaço de língua portuguesa, crescendo 5,2% em 2017 e 6,6% em 2018 – embora estas previsões traduzam uma forte revisão em baixa (2,5 pontos percentuais e 1,7 pontos percentuais, respectivamente).

O Banco Mundial também reviu em baixa as previsões para a Guiné-Bissau, agora em 5,1% em 2017 e nos anos seguintes.

Igualmente revistas em baixa foram as previsões para Angola, que apontam para um abrandamento da economia nos próximos anos – de um crescimento do PIB na ordem de 1,2% em 2017 para 0,9% em 2018 e 2019.

O crescimento económico angolano recuou de 5,4% em 2014 para 3% em 2015 e 0,4% em 2016, ainda de acordo com os números do Banco Mundial.

As previsões da ONU, a que o Macauhub teve acesso, são mais favoráveis para a economia angolana, apontando para um crescimento de 1,8% em 2017 e 2,8% em 2018.

Em 2017, o crescimento económico na região da África a sul do Saara será de 2,9%, segundo o Banco Mundial, pelo que Angola deverá ser o único país da África de língua portuguesa a divergir em relação aos seus pares regionais.

Em 2016, o crescimento regional foi o mais baixo das últimas duas décadas, e o PIB per capital regional contraiu-se 1,1%, resultado da forte quebra das exportações de matérias-primas, que em Angola se traduziu na descida a pique das receitas petrolíferas, com reflexos ao nível dos sectores público e privado.

O mais recente relatório da consultora EY para África, intitulado “Navegando as actuais incertezas africanas”, sublinha que a quebra económica global causou pressões sobre muitas economias africanas, levantando “dúvidas crescentes sobre a sustentabilidade do ímpeto de crescimento africano dos últimos 15 anos.”

A realidade, adianta, é “que o crescimento abrandou substancialmente no último ano, mas, ao mesmo tempo, as taxas de crescimento vão manter-se duradouras nos próximos anos – na região como um todo, e em muitas das economias chave regionais.” (Macauhub)

Fonte: Macauhub

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Resultados do Censo de Empresa em Moçambique divulgados em Janeiro

Última actualização: 2017-02-17

Os resultados do Censo de Empresas, operação estatística que foi realizada entre 2015 e 2016, serão divulgados este mês de Janeiro, informou o Instituto Nacional de Estatística de Moçambique.

“O Censo de Empresas é uma operação estatística que tem por objectivo recolher dados sobre a estrutura e a implantação territorial de infra-estruturas económicas e sociais para um melhor conhecimento da universalidade das suas actividades”, lê-se no comunicado divulgado pela Direcção de Estatísticas Sectoriais e de Empresas (DESE) do Instituto Nacional de Estatística de Moçambique. 

A recolha de dados decorreu em duas fases, tendo a primeira, que abrangeu a região sul, decorrido de Setembro de 2015 a Fevereiro de 2016 e a segunda, entre Maio e Setembro de 2016, coberto as províncias do centro e norte do país.

No total, foram registadas 48 518 unidades económicas, entre empresas, estabelecimentos e instituições sem fins lucrativos. 

A Direcção de Estatísticas Sectoriais e de Empresas escreveu ainda que a informação recolhida será utilizada para a construção/actualização do Ficheiro das Unidades Estatísticas (FUE), a fim de contribuir para melhorar a produção e acessibilidade de estatísticas económicas de qualidade.

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